9.9.15

Bandeira negra


Desisto! Rendo-me à imbecilidade generalizada por desgraçados desprovidos de neurónios ou sinapses suficientes que os liguem de forma a funcionar devidamente. Chateia-me a desinformação e incomoda-me a carneirada guiada pelo encaracolado pelo dos seus semelhantes. Gostava que parassem todos para pensar, mas não estão cá para me agradar, não o façam forçadamente. Eu desisto. Desisto de vos tentar compreender, desisto de tentar encontrar lógica nas razões que me tentam mostrar, desisto de tentar perceber toda a desinformação que me rodeia. Ergo assim uma bandeira negra, não negra como o futuro que preveem, mas negra como a vossa alma, o vosso interior e a vossa vontade. Ergo uma bandeira negra de rendição como sinal do luto, de desistência e de incomodo pelo caralho da desinformação generalizada…

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