2.8.11

À espera do recomeço

Sinto no peito algo que não defino.
Não por não querer, mas por não ser capaz,
Por não me sentir suficientemente audaz
E quando tento explicar sai algo sem tino.
Sinto bolas, sinto golos, sinto abraços,
Explosões de alegria que me seguem os passos.
Tenho sonhos, tenho ilusões,
Tenho a crença que ainda seremos campeões
Se para baixo não nos empurrarem
Os senhores que no futebol mandam,
Para se satisfazerem e se vangloriarem,
Mas que ao longe a vigaristas tresandam.
Temos de lutar contra esta espécie,
Unidos e com as nossas armas prontas,
Deixar de lados as batalhas tontas
Entre aqueles que a nós pertencem
E que apenas de algum fervor carecem.
Se somos família dentro da muralha
É contra os de fora nossa batalha.
Contra quem nos destrói o sonho
E esses sei que não são Braguistas,
Por esses ponho as mãos no fogo
Pela certeza de serem bairristas.
Para a nova época estamos prontos
Derrotaremos quem nos acha tontos,
Até não poder-mos mais, iremos marchar!
Quem comigo se vai alistar?

4 comentários:

Duarte disse...

Adorei! Que saudades da minha segunda casa :D
Publiquei no meu blogue com a devida identificação do autor e hiperligação, espero que não te importes, se te importares diz :)

Nemec disse...

Estás à vontade para utilizar o que quiseres daqui ;)

Anónimo disse...

Os teus textos fazem muita falta no Superbraga.com!

Cumprimentos Braguistas

Nemec disse...

Não faz sentido publicar lá os textos agora, o Superbraga.com está diferente de quando lá escrevia, ainda assim muito obrigado.

Um abraço